Ana Vilela e Ràae dão nova interpretação ao clássico 'Amanhã', de Guilherme Arantes

05/07/2020

Foto capa: Leandro Ribeiro

A música "Amanhã", de Guilherme Arantes, tem sido uma importante companheira neste ano de 2020, em que palavras como pandemia e isolamento fazem parte do cotidiano.

Assim, a magistral faixa, que foi composta no final da década de 70, foi escolhida para retornar à cena, com uma nova interpretação por novas vozes da música brasileira. As cantoras e compositoras Ana Vilela e Ràae aceitaram a honrosa missão de dar nova vida ao clássico que traz em sua letra inspiradora a força das palavras de incentivo e esperança. O inédito encontro artístico surgiu por iniciativa da seguradora Prudential do Brasil, que entendeu a importância de espalhar a mensagem, tão bem traduzida por Guilherme Arantes há mais de quatro décadas, outra vez.

“A campanha ‘Amanhã’ quer despertar esse sentimento de esperança e retomada da vida das pessoas. Mas, ela também vem nos relembrar que proteger o que é essencial hoje, constrói um amanhã mais seguro. E a Prudential está junto dos brasileiros em todos os momentos, seja agora ou no futuro”, destaca a gerente de Marketing da seguradora, Fernanda Riezemberg.

Para a cantora e compositora Ana Vilela, autora do sucesso “Trem Bala”, uma composição igualmente carregada de propósito, Guilherme Arantes é um gênio, um artista que sempre fez parte de sua vida, mas que agora passou a ocupar um lugar especial.

“Foi uma honra enorme gravar essa canção, que é linda, atemporal, que se encaixa a perfeição nos tempos difíceis que estamos vivendo. Não é só uma música, é mais que isso, é uma mensagem de esperança”, diz a cantora e compositora, que afirma que depois da gravação da canção e do single, passou a ter um desejo: “quero muito conhecer o Guilherme”.

Ráae, que divide os vocais com Ana Vilela no single e no clipe da canção, conta que voltar ao trabalho com esse dueto foi super inspirador, um clima que contaminou toda a equipe do projeto.

“Guilherme Arantes é um patrimônio nacional, e essa música é quase uma visão, é utópica, é um lugar real. Tem essência, pureza e verdade. Enquanto estávamos ali e a emoção tomava conta de todos nós, fiquei pensando que estávamos participando de um momento histórico”, finaliza ela.